Aguarde, carregando...
Cristine Gorski Severo é docente e pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina, vinculada ao Departamento de Língua e Literatura Vernáculas, ao Programa de Pós-Graduação em Linguística e ao Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas. Pesquisadora do CNPq. Sua atuação acadêmica concentra-se nas áreas de políticas linguísticas, sociolinguística, antropologia da linguagem e estudos decoloniais, com pesquisas sobre as relações entre linguagem, poder, memória, colonialidade, ética e cosmopolítica. Mais informações em https://ufsc.academia.edu/CristineSevero.
Ricardo Nascimento Abreu Docente e pesquisador da Universidade federal de Sergipe, lotado no Centro de Educação de Ciências Humanas, Departamento de Letras. Pesquisa: Dos Direitos Linguísticos como campo de pesquisa e intervenção. Foi secretário da educação na cidade de Sergipe. Doutor em Letras. Graduado em Letras e Direito. Trabalha com direitos linguísticos.
PESQUISADORA/ES BRASILEIRA/OS: DOCENTES
Adna Candido de Paula (2012-atual). Docente da Faculdade Interdisciplinar em Humanidades, da UFVJM. É coordenadora do NUPEDE – Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão sobre Diáspora Africana (NUPED/UFVJM). Atua na linha de pesquisa Estudos contemporâneos: Estado, trabalho, tecnologia e relações étnico-raciais.
Alexandre Cohn da Silveira (2015-atual). Docente da UNILAB-Campus do Malês. Pró-reitor de Pesquisa: Discursos sobre a língua (portuguesa) em Timor Leste: entre colonialismos e resistências. (Doutorado em Lingüística, UFSC). Trabalha com políticas linguísticas, políticas institucionais, internacionalização do ensino superior, Timor Leste.
Ana Claudia Fabre Eltermann
. Universidade de Pequim. Doutora na UFSC/PPGLg. Pesquisa: O lugar das línguas africanas nos discursos sobre a brasilidade linguística (Mestrado e Doutorado em Lingüística), Universidade Federal de Santa Catarina.
Beatriz de Oliveira. Doutora em Linguística (UFSC). Professora ACT na E.I.E.B. Tekoá Marangatu, EIEB TKMT. Pesquisa: “A gente tá apenas em construção, construindo nossa forma, tentando achar a forma ideal pra fazer uma educação diferenciada, e que nós queremos”: A licenciatura intercultural indígena da UFSC e as políticas linguísticas (UFSC-TCC, 2018). Políticas de tradução e de interpretação em um contexto de educação escolar indígena Guarani Mbya (UFSC-Mestrado, 2021).
Carla Regina Martins Paza. Docente da Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento de Letras. Coordenadora do Laboratório de estudos de variação linguística e práticas pedagógicas. Coordenadora do NuSOLE (Núcleo Sociedade, Linguagem e Educação). Trabalha com sociolinguística, ensino, variação, identidades, estilo e sociofuncionalismo.
Carolayne Loch Hinghaus. Secretaria de Educação de SC. Mestre em Linguística (UFSC). Pesquisa: Políticas linguísticas para promoção das línguas alemãs em Águas Mornas: problematizações a partir da ótica da comunidade de falantes.
Charlott Eloize Leviski Professora da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Psicanalista. Pesquisa: Da lusofonia como dispositivo e as Políticas Linguísticas.
Clóvis Alencar Butzge Docente na Universidade Federal da Fronteira Sul. Pró-reitor de assuntos estudantis. Políticas linguísticas na fronteira Argentina-Brasil: uma análise crítica da instituição do espanhol e do português como línguas de integração (Doutorado em Lingüística) – Universidade Federal de Santa Catarina.
Christiane da Silva Dias. Doutorado em Linguística (2021). Universidade Federal de Santa Catarina. Pesquisa: “É proibido falar crioulo”: um relato etnográfico sobre colonialidade, ensino de língua e políticas linguísticas na Guiné-Bissau .
Cristian Edevaldo Goulart . Doutor em Linguística (UFSC). Docente da Secretaria de Educação de SC. Pesquisa: O dispositivo da imigração: subjetividades e políticas linguísticas.
Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues Docente de Língua Espanhola e suas Literaturas da Universidade Federal de São Carlos e docente no Programa de Pós-Graduação em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americana do Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Membro da Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo (APEESP) e da Associação Brasileira de Hispanistas (ABH). Vereadora em São Carlos.
Jael Sânera Sigales Gonçalves Docente da UFPEL. Mestre e Doutora em Letras pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel); Mestre (2018) em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Pós-doutora pelo Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp). Lidera o Grupo de Pesquisa Língua, Direito, Estado e Sociedade – GELIDES/CNPq.
Josefa Felix do Nascimento Doutora em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2025). Secretaria de Educação de Itabaianinha. membro Honorária da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS. Presidente da Academia de Literatura e Cultura de Itabaianinha. Coordenadora (voluntária) de Comunicação do Instituto Cigano do Brasil – ICB. Pesquisa: Vozes ciganas: uma etnografia das políticas e direitos linguísticos.
Letícia Cao Ponso Docente da Universidade Federal de Rio Grande e do Programa de Pós-graduação em Linguística e Ensino de Língua Portuguesa. Atua como pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Rio Grande (NEABI-FURG). Coordena o projeto “Escritas Afirmativas: repositório digital da produção de conhecimento de estudantes universitários indígenas e quilombolas.”
Maria Luiza Rosa Barbosa Doutorado em Linguística. Pesquisa: Mulheres na ciência: historicidade e rastros da voz e da escritura de autoria feminina em teses defendidas entre 1980 e 2020, na Universidade Federal de Santa Catarina – Universidade Federal de Santa Catarina. Editora/autora da/na Revista Multissemioses. Atuou como professora conteudista na UAB-UFSC/Capes (2019-2021); e como professora substituta no Departamento de Metodologia de Ensino, Universidade Federal de Santa Catarina (2017-2018).
Paulo Sérgio da Silva Santos Docente da Universidade Federal de Sergipe. Participa do grupo de pesquisa “Estudos em Linguagem, Interação e Sociedade” (GELINS). Orienta pesquisas em Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística voltadas ao Ensino de Língua Materna, Análise Crítica do Discurso, Políticas Linguísticas e Processos de Constitucionalização das Línguas.
Renata Maria Santos Ferreira Docente do Instituto Federal do Paraná, no campus Campo Largo. Leciona língua portuguesa e inglesa no Ensino Médio Integrado, após ter sido coordenadora de relações internacionais dessa instituição. Teve ampla experiência em ensino de Língua Portuguesa para estrangeiros no Centro de Línguas da UFPR. Pesquisa as políticas de internacionalização de Universidades Federais.
Sara Farias da Silva Professora de Francês do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutora em Políticas Linguísticas no Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFSC, com estágio de doutorado sanduíche na Université de Montréal (UDEM) no Québec.
Silvana Aguiar dos Santos Interpretação de Português/Libras em contextos comunitários: mapeamento de diferentes contextos, descrição e análise. É docente e pesquisadora na Universidade Federal de Santa Catarina, lotada no Departamento de Artes e Libras. Coordena o Programa de Extensão TILSJUR – Tradutores e Intérpretes de Línguas de Sinais na Esfera Jurídica (2016).
Vanessa Elsas Porfírio de Faria Docente do Instituto Federal de Santa Catarina (Palhoça). Doutora em Linguística (UFSC). Pesquisa: O currículo de língua portuguesa no curso técnico em vestuário PROEJA CERTIFIC do IFSC: reflexões sobre políticas linguísticas.
Vanessa da Silva Sagica Secretaria da Educação de SC. Pesquisa: A sobrevivência do dispositivo oral dos povos originários: vozes que potencializam suas práticas sociolinguisticas e culturais. Escritora associada à Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Santa Catarina (AJEB/SC).Coordenadora do GT Nacional (2024-2026). Responsável pelo desenvolvimento do Site e da Comunicação do GT Nacional das Línguas Indígenas junto à UNESCO/BR (2022-2023).
DISCENTES (Pós-graduação e graduação)
Alline de Souza Pedrotti. Doutorande no Programa de Pós-Graduação em Linguística (UFSC, 2025). Tem mestrado em Linguística (UFSC, 2025). Pesquisa de mestrado: Língua nagô/yorubá na cidade do Rio de Janeiro: patrimônio imaterial, língua de santo e vozes ancestrais. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Comunicação e Expressão. Curso de Bacharelado em Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Portuguesa, 2023.
Aruanã do Amaral Gomes. Doutorando no Programa de Pós Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (UFSC). Trabalha com musicalidade e território de povos e comunidades do campo, florestas e águas, povos e comunidades indígenas, negras e quilombolas. Graduação em Terapia Ocupacional, (UFMG)/2016. Especialista em Saúde da Família com ênfase na população do campo.
Lazarinho Umuã Mendes. Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades, pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). Doutorando no Programa de Pós Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (UFSC). Pesquisou “O Balugun no processo ritual dos Mandjacos de Calequisse na Guiné-Bissau”.
Leonardo Alves
Mestrando em Linguística (UFSC). Pesquisa: Institutos de promoção de cultura e línguas como softpower. Integra Cátedra UNESCO en Políticas Linguísticas para o Multilinguismo.
Luiz Fillipe Fernandes do Amaral. Tem graduação em Cinema e Audiovisual pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É graduando em Letras (UFSC). Bolsista de Projeto de extensão: Multilinguismos africanos na UFSC. Atua no Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas (UFSC).
Vinícius Marcelo Pereira da Silva Graduado em Letras (UFSC). Pesquisa Representações sobre as línguas e as heranças africanas na obra de Câmara Cascudo.
PESQUISADORA/ES ESTRANGEIRA/OS:
Ashraf Abdelhay (2017-atual). Docente no Doha Institute for Graduate Studies (Qatar). Doutor em sociolinguística pela Universidade de Edinburgh (2008). Trabalha com políticas linguísticas na África e Oriente Médio, com enfoque na língua árabe. Foi organizador, junto com Kasper Juffermans e Yonas Asfahan, do livro African Literacies: Ideologies, Scripts, Education (Cambridge Publishing Scholars, 2014).
Daniel Peres Sassuco (2014-atual). Docente da Universidade Agostinho Neto (Angola) e atuou como chefe do Departamento de Línguas e Literaturas Africanas. Investigador em Morfossintaxe de Línguas Bantu, Linguística Contrastiva, Sociolinguística e Políticas Linguísticas. Trabalha com a recolha de dados orais junto a populações angolanas, com vista a elaborar os manuais de apoio aos estudantes.
Ezequiel Pedro José Bernardo Docente da Universidade Agostinho Neto, Angola. Colunista. Doutorado e Mestrado em Linguística (UFSC). Pesquisa: “Entre comprar cadernos e comer, o que é mais urgente”?: cartografia sobre monolinguismo, ensino e ideologias em contexto rural multilingue angolano.
Ezra Alberto Chambal Nhampoca Docente da Universidade Eduardo Mondlane/Moçambique e coordenadora do Grupo de Estudos em Línguas, Linguística Bantu e Áreas Afins (GELLBAA), da Secção de Línguas Bantu. É Fundadora e presidente da Associação Sororidade Moçambique (SOMO), Pesquisa: Ideofones do Changana na perspectiva da Linguística Cognitiva (Doutorado em Lingüística, 2014-2018, UFSC).
Julio Bernardo Sandaca Docente na Universidade Púnguè – Moçambique. Doutor em Linguistica (UFSC). Pesquisa: Políticas Linguísticas das Línguas bantu em Moçambique: o caso do Cinyungwe e do Cinyanja na Província de Tete.
Lucerio Gundane. Docente de Linguística Teórica e Descritiva do Português e das Línguas Bantu na Universidade Save, onde, igualmente, actua como Director Central Serviços Sociais desde 2025. Doutor em Linguística pela UFSC. Pesquisa: Planificação e políticas linguístico-educacionais em Moçambique: ideologias e atitudes linguísticas sobre o ensino de Português e Echuwabo no distrito de Namacurra.
Nsimba José. É pesquisador e professor no campo das literaturas africanas na Universidade Agostinho Neto, Angola. Doutor em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Brasil. É pesquisador associado do Kadila – Instituto de Estudos Africanos e das Diásporas da UFSC, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e do Núcleo de Estudos Africanos e Afrobrasileiros em Línguas e Culturas da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).
Sinfree Bullock Makoni Professor de Estudos Africanos e Linguística Aplicada na Pennsylvania State University, onde também coordena o Departamento de Estudos Africanos e idealizou o Africana Studies Global Virtual Forum. Reconhecido internacionalmente por suas contribuições à sociolinguística crítica, às políticas linguísticas e aos estudos sobre multilinguismo na África, Makoni é um dos principais proponentes da abordagem da desinvenção e reconstituição das línguas (disinventing and reconstituting languages), que questiona as concepções coloniais e nacionalistas de língua como entidades fixas e homogêneas. Também atua como editor associado das revistas Applied Linguistics e Ampersand, além de ser professor extraordinário na África do Sul e professor visitante na Nelson Mandela University.
IN MEMORIAM
Nanblá Gakran. Mestre em Linguística pela UNICAMP (2005). Doutor em Linguística Indígena pela Universidade de Brasília UNB (2015). Pós Doutorado em Políticas Linguísticas pela UFSC (2017-2018). Tem experiência na área em Lingüística e Línguas Indígenas. Pertence à etnia Xokleng/Laklãnõ; nasceu e se criou na Terra Indígena Laklãnõ/SC. Sua primeira língua é Língua Xokleng/ Laklãnõ.
PESQUISADORA/ES QUE JÁ INTEGRARAM O GRUPO:
Heloísa Tramontim de Oliveira (2013-atual). Língua, nação e nacionalismo em Angola: violência e resistência linguística. 2014-2016. Dissertação. Tese (Doutorado em Lingüística) em andamento – Universidade Federal de Santa Catarina.
Lilian Keide Arnhold De Azevedo (2014-2016). Mestrado em Lingüística (UFSC, 2014-2016): A heterogeneidade do Hunsrückisch em Salvador do Sul: formas de discursivização e políticas linguísticas.
Nathalia Müller Camozzato (2013-2017). Mestrado em Lingüística (UFSC, 2015-2017): O Samba em Pessoa: Aracy de Almeida e o Dispositivo da Oralidade.